
Em algum instante daquele dia cinza eu o avistei, os meus olhos passeavam pelas calçadas, e os meus olhos que passeavam resolveram parar e descansar sobre aquela pele que meu corpo imaginou macia. Ventava forte, as pessoas se encolhiam em seus casacos de inverno, mas o frio era inexistente ao meu corpo, e de alguma forma eu soube que ao corpo dele também.
Pensei em me aproximar, perguntar seu nome, mas não era necessário eu o conhecia, apesar de não o reconhecer eu sabia que nos caminhos desta vida nós já aviamos nos cruzados. Ele continuou a caminhar e pra minha surpresa em minha direção, não podia ser, a cada instante, mais perto, e perto e enfim junto a mim. Tocou-me, mais precisamente em minhas mãos.
- Amor. Ele me disse – Amor é o meu nome, e sei que me esperava, sei que me aguardava enquanto colocava solitariamente a mesa do jantar, e sei também que perdeu as esperanças enquanto jantava sozinha. Mas enfim eu cheguei me desculpe a demora, é que por vezes senti medo de me aproximar, você se mostrava sempre tão auto-suficiente que temi não ser necessário a sua vida, mas então quando senti seus olhos sobre meu corpo, quando lhe sentir de coração aberto... Não havia mais motivos pra não lhe ter.
Meu coração batia acelerado, pensava estar tendo alucinações, mas era ele me tocando me dizendo doces palavras que fazia com que surgir-se um doce sorriso em meu rosto!
Tive vontade de me entregar a seus braços, lhe dar a chave do meu apartamento, lhe entregar a minha vida, pra que ele cuidasse dela.
E eu já não resistindo mais lhe abracei, e chorei como alguém aliviada choraria.
Entre lagrimas e sorrisos lhe disse:
- Vem, pra longe desses olhares, pra longe desses estranhos corpos que caminham, como se o amanhã não mais existisse como se o sol não fosse mais brilhar!
- Eu já estou, junto de tua vida impresso em suas digitais o teu corpo tem a forma do meu pra que ambos se encaixem em perfeita harmonia!
- Os seus olhos não me são estranhos!
- Meu amor não a uma só parte de mim que você não conheça, os teus doces olhos já me avistaram em um tempo em que nada existia, em um tempo em que você me sorria gentilmente todos os dias...
Eu o escutei, sem desviar um segundo os meus olhos dos seus, tive medo que aquele encontro acabasse que aquele instante tivesse fim. E então como se fosse mágica ele me disse:
- Vem me deixa ser o seu pra sempre.
E eu lhe disse – Sim.
Pensei em me aproximar, perguntar seu nome, mas não era necessário eu o conhecia, apesar de não o reconhecer eu sabia que nos caminhos desta vida nós já aviamos nos cruzados. Ele continuou a caminhar e pra minha surpresa em minha direção, não podia ser, a cada instante, mais perto, e perto e enfim junto a mim. Tocou-me, mais precisamente em minhas mãos.
- Amor. Ele me disse – Amor é o meu nome, e sei que me esperava, sei que me aguardava enquanto colocava solitariamente a mesa do jantar, e sei também que perdeu as esperanças enquanto jantava sozinha. Mas enfim eu cheguei me desculpe a demora, é que por vezes senti medo de me aproximar, você se mostrava sempre tão auto-suficiente que temi não ser necessário a sua vida, mas então quando senti seus olhos sobre meu corpo, quando lhe sentir de coração aberto... Não havia mais motivos pra não lhe ter.
Meu coração batia acelerado, pensava estar tendo alucinações, mas era ele me tocando me dizendo doces palavras que fazia com que surgir-se um doce sorriso em meu rosto!
Tive vontade de me entregar a seus braços, lhe dar a chave do meu apartamento, lhe entregar a minha vida, pra que ele cuidasse dela.
E eu já não resistindo mais lhe abracei, e chorei como alguém aliviada choraria.
Entre lagrimas e sorrisos lhe disse:
- Vem, pra longe desses olhares, pra longe desses estranhos corpos que caminham, como se o amanhã não mais existisse como se o sol não fosse mais brilhar!
- Eu já estou, junto de tua vida impresso em suas digitais o teu corpo tem a forma do meu pra que ambos se encaixem em perfeita harmonia!
- Os seus olhos não me são estranhos!
- Meu amor não a uma só parte de mim que você não conheça, os teus doces olhos já me avistaram em um tempo em que nada existia, em um tempo em que você me sorria gentilmente todos os dias...
Eu o escutei, sem desviar um segundo os meus olhos dos seus, tive medo que aquele encontro acabasse que aquele instante tivesse fim. E então como se fosse mágica ele me disse:
- Vem me deixa ser o seu pra sempre.
E eu lhe disse – Sim.

2 comentários:
Quem eh Machado de Assis???
qm???
xD
Parabéns mew.!
'Amor é o meu nome...'
Gostei do seu começo, moça! =)
Beijos!
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